Olá pessoas!!!!
Vai mais uma comparação de fotos minha:
Tenho vários assuntos pra falar hoje!!!
O 1º é sobre meu feriado (02/11) que não trabalhei, fui pra casa da minha amiga Tiffany, fizemos um churras e de noite (só pra variar meus programas de novo) fomos pro cinema assistir Premonição 5, que filme Lazarë#$#%$...
Cada cena eu quase me cagava pra saber se a pessoa morreria ou não e como.....
É um filme que indico!!!
Aí quinta e sexta passaram rapidão no serv. agora só alegria pro FDS.
O 2º assunto é sobre um comentario da Carla, que me pediu contatos do Dr. Marcos Becker.
Ele atende na Unigastro (http://www.unigastrocampinas.com.br/).
Rua 14 Bis, 71 | Castelo (ampinas-SP) Fone: 19 3241.8866
De 3º assunto tenho um email que recebí e que preciso de ajuda pra ajudar uma pessoa.
O Email foi da Fernanda, que mora em Diadema (SP), e quer saber sobre indicações de médicos para Bariatrica em Diadema ou na Capital.
Infelismente eu não conheço nenhum, mas, eu gostaria muito de ajudar. Alguém conhece????
Se minhas amigas blogueiras de plantão puderem publicar no blog para conseguirmos ajuda-la, tenho certeza que ela ficará muito felíz!!!!
E o 4º assunto e mais chato pra mim é sobre as pessoas que de forma emocional não tem sucesso na bariátrica.
A empresa que eu trabalho é grande e não da pra termos amizade com todo mundo logo de inicio pq é muita gente.
Tem uma moça que trabalha lá até semana passada, ela chama Wanessa, eu tive poucas oportunidades de conversar com ela, mas ,logo nos primeiros dias fiquei sabendo que ela tbm tem bariátrica e a cerca de 6 meses (mesmo tempo que eu).
Na segunda feira, recebí a noticia de que ela pediu desligamento da empresa devido a uma depressão muito intensa que ela está passando.
Aí surgiram vários comentários. O principal deles é que a depressão veio por causa da cirurgia, e que varias vezes no começo ela teve arrependimento da cirurgia, ou seja, que não foi exatamente uma coisa maravilhosa na vida dela igual foi pra mim
Achei na internet varias matérias falando sobre depressão pós bariatrica, mas, uma em especial me chamou muito a atenção: (http://www.jornaledicaodobrasil.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=241:alcoolismo-e-depressao-podem-surgir-apos-a-cirurgia-bariatrica&catid=34:demo-category&Itemid=78).
Se trata de um artigo que explica o quanto é importante estarmos conscientes do que vamos fazer.
Na materia diz que a cirurgia tem que ser para pacientes preparados física e emocionalmente.
Um trecho da matéria:
" Jader Ferreira chama atenção para uma questão: com o passar do tempo, alguns pacientes aprendem que comendo pequenas quantidades, mais vezes, eles conseguem burlar a cirurgia. Assim, voltam a ganhar peso. “Os pacientes com compulsão alimentar, se não acompanhados com psicólogos no pós-operatório, voltam a engordar”. O médico fi naliza lembrando que a cirurgia bariátrica não é um tratamento estético, mas um recurso terapêutico. “A indicação deve ser muito precisa, respeitando critérios como o IMC, avaliação e acompanhamento multidisciplinar, para que estejamos seguros do beneficio da cirurgia do ponto de vista médico”.
A Mudança principal deve estar na mente. A questão emocional tem papel decisivo no desencadeamento da obesidade. Da mesma forma, este fator é muito importante na cirurgia bariátrica, tanto no pré quanto no pós-operatório. Segundo a psicanalista Márcia Listgarten, na maioria dos casos de obesidade o que está em jogo não é a fome em seu sentido fi siológico. “O alimento assume o caráter de objeto compensatório e toma a dimensão de uma compulsão alimentar. O paciente come sem o objetivo de saciar a fome, mas sim para atender seus anseios emocionais”. Para a psicanalista, as consequências de enviar um paciente despreparado emocionalmente para esta cirurgia podem ser desastrosas, com aparecimento de alcoolismo, tabagismo, compulsão sexual, compulsão por compras, depressão, entre outros, além, é claro, da perpetuação do sentimento de fracasso nos casos em que o paciente volta a ganhar peso. “A possibilidade de o operado deslocar sua compulsão alimentar para uma outra forma de lidar com seus conflitos existe. Ela finaliza descrevendo de forma genérica como se caracteriza um paciente emocionalmente pronto para enfrentar essa cirurgia. “É fundamental que ele se desfaça da ideia equivocada de que o cirurgião vai libertá-lo do mal que o oprime. Esta é uma responsabilidade da qual o sujeito obeso não pode escapar. Cabe a ele estar completamente envolvido com as consequências impostas pela decisão de emagrecer através da cirurgia. Para aqueles que entregam o problema para o médico, atribuindo-lhe a responsabilidade pelo emagrecimento, as possibilidades de sucesso no pós-cirúrgico diminuem consideravelmente”.
Agora o meu comentário é o seuginte:
"Graças a Deus, eu não passei por nada disso, mas, as pessoas que esão passando por um momentos assim, tem que primeiro de tudo procurar ajuda de um profissional (melhor que seja um psicólogo), pois, é ele quem vai ajudar a colocar os pontos no lugar.
Acho que a maioria das pessoas tomam uma decisão muito importante na vida quando optam pela cirurgia, então, o maior passo ja foi dado nesse momento. O resto, temos que ser fortes e conseguir (com apoio) nos recuperar de uma compulsão, depressão, ou que quer que seja.